O Prêmio Gestão Banas 2010 será concedido às empresas com maior grau de desenvolvimento em seus sistemas de gestão focados respectivamente:
a) Satisfação do Consumidor – Prêmio Gestão Banas 2010 – ISO 9001
b) Desenvolvimento Sustentável - (ISO 14001) – Prêmio Gestão Banas 2010 –estimulando a busca pelo nível de excelência para o meio ambiente.
c) Responsabilidade Social Corporativa - (NBR 16001 / SA 8000 / AA 1000) - Prêmio Gestão Banas 2010 - estimulando a busca pelo nível de excelência perante a sociedade e seus colaboradores.
O grau de desenvolvimento será medido pela pontuação obtida no Relatório de Auto-Avaliação baseado nos critérios normativos e devidamente confirmada pelas evidências do Relatório de Gestão que será analisado criteriosamente pelos avaliadores designados e pela Comissão Julgadora, quando necessário, e quando classificada como finalista, pela visita dos avaliadores às instalações da candidata.
Estarão aptas a ganharem o Prêmio Gestão Banas 2010, todas as empresas que tiverem pontuações confirmadas e cuja somatória seja superior à pontuação de corte.
A pontuação de corte do Prêmio Gestão Banas 2010 nas três categorias será de 450 pontos.
PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO PRÊMIO GESTÃO BANAS 2010
ETAPAS DO PROCESSO
O Prêmio Gestão Banas 2010 tem início com a inscrição das empresas candidatas.Na seqüência, as empresas candidatas recebem curso de treinamento para saber como preencher os Relatórios de Auto-Avaliação e de Gestão.
Simultaneamente, inicia-se o treinamento dos Avaliadores Voluntários e a reciclagem dos Avaliadores Voluntários já veteranos. Esta seleção se faz com uma rigorosa prova após treinamento de 8 horas-aula. O Avaliador Voluntário torna-se um Membro do Prêmio Gestão Banas, quando sua nota de avaliação após o curso ultrapassar uma média 80 pontos sobre 100 possíveis.
O processo de avaliação do Prêmio Gestão Banas 2010 começa no momento em que o Relatório de Gestão e o Relatório de Auto-Avaliação são entregue pela empresa candidata à Comissão Organizadora do Prêmio.
Neste momento, a candidata recebe um número código que acompanhará seu processo até a fase final quando da indicação das organizações ganhadoras.
Este código é uma das formas utilizadas para que o nome da organização não seja revelada nas diversas fases da análise. Uma vez escolhidos quem serão os avaliadores de cada uma das empresas candidatas, depois de verificado se não há sob qualquer hipótese “conflito de interesse” que é configurado por:
· O avaliador estar prestando ou ter prestado serviços de qualquer natureza à empresa candidata ou a uma de suas empresas coligadas.
· O avaliador ter sido um ex-funcionário da empresa candidata ou de uma de suas empresas coligadas.
· O avaliador estar prestando ou ter prestado serviços a uma empresa concorrente à candidata.
· O avaliador já ter analisado a empresa candidata em passado recente (últimos três anos),
Os Relatórios de Gestão e Auto-Avaliação serão então encaminhados para os dois avaliadores sem que ambos se conheçam. Desta forma nesta primeira fase não poderão trocar idéias ou discutir itens do relatório, com isto obtemos duas opiniões totalmente isentas de qualquer influência e que serão analisadas separadamente por dois especialistas em Gestão da Qualidade.
ETAPA 01
ANÁLISE CRÍTICA INDIVIDUAL
a) O Relatório de Gestão será analisado por dois Avaliadores experientes, que verificarão a consistência da pontuação obtida no Formulário de Auto-Avaliação com as práticas descritas em cada item. A avaliação será feita individualmente.
b) Concluída a etapa de análise individual, os dois Avaliadores, em reunião de consenso, farão a análise conjunta das tabelas, gráficos e pontuações para atingirem um resultado definitivo. Somente nesta fase, e diante dos Jurados, poderão discutir sobre o Relatório de Gestão e o Relatório de Auto-Avaliação.
c) No caso de não haver concordância entre os dois Avaliadores quanto à pontuação total ou parcial da candidata, a decisão caberá à Banca de Juízes, formada por um representante da Revista BANAS QUALIDADE e dois profissionais da área da Qualidade de reconhecido conhecimento.
d) Na hipótese da pontuação total da candidata não ter uma variação superior a 10% entre os dois avaliadores, terá validade a maior pontuação. Ou os dois avaliadores, em consenso, poderão aplicar uma nova nota, desde que não inferior às notas já dadas pelos avaliadores.
e) Esta reunião de consenso será feita individualmente por cada empresa de forma que os avaliadores das demais empresas candidatas que não analisaram estes relatórios não terão acessos a estas informações sob nenhuma hipótese. E assim sendo processado para cada empresa candidata.
f) A Banca de Juízes, sem conhecer a identidade das organizações candidatas, fará a somatória das pontuações obtidas por cada uma delas sendo excluídas aquelas organizações candidatas que tiverem uma pontuação total inferior à pontuação de corte (450 pontos).
g) As organizações candidatas que obtiverem pontuação superior à da linha de corte se tornam automaticamente finalistas para a segunda fase, que consiste na visitação às instalações.
h) Na hipótese de haver dúvida entre os avaliadores quanto à real pontuação da empresa candidata e desde que esta pontuação total não seja 20% inferior à pontuação de corte, caberá à Banca de Juízes permitir ou não que esta organização passe para a segunda fase para ser avaliada “in loco”, ou que seu Relatório de Gestão seja analisada por um terceiro avaliador. Esta variável afasta qualquer possibilidade de erro de análise dos membros avaliadores por incorreção ou má interpretação dos dados ou das informações constantes no Relatório de Gestão da empresa candidata. A experiência de mais de dez anos de existência do Prêmio tem provado que a margem de acerto dos Avaliadores Voluntários, por sua grande experiência e conhecimento na área, ultrapassa a margem de 95% de acerto nas notas de avaliação dos Relatórios de Gestão, porem foram observados, no decurso destes anos, candidatas que falharam na elaboração de seus Relatório de Gestão, tiveram suas notas reduzidas na primeira avaliação, porém após a visita, na segunda fase tiveram sua notas recompostas e até aumentadas. Por este motivo esta nova regra será implantada a partir deste ano.
i) Regras rígidas para evitar conflito de interesse serão obedecidas durante todo o processo, conforme estabelece o “Código de Ética do Prêmio Gestão Banas” que é assinado por todos os Avaliadores e pelas pessoas envolvidas no processo.
ETAPA 02
VISITA ÀS INSTALAÇÕES DAS CANDIDATAS
a) A visita às candidatas selecionadas como finalistas será executada pelos mesmos Avaliadores que atuaram na etapa 1.
b) A candidata será informada sobre o nome e o perfil do(s) Avaliador(es) que executará(ao) a visita.
c) O propósito da visita será o de verificar as informações fornecidas pelo Relatório de Gestão e, também, esclarecer dúvidas decorrentes da análise crítica.
d) A visita possibilitará uma visão mais abrangente, “in loco”, o que a simples leitura do relatório não permite.
e) O planejamento de cada visita será feito em comum acordo com a candidata e a agenda detalhada será apresentada no início da visita às instalações.
f) Após a visita, o(s) Avaliador(es) emitirá(ao) um relatório, contendo as suas conclusões e as pontuações finais obtidas pela candidata, que será enviado à comissão julgadora para indicar as organizações premiadas.
g) Nessa fase, as candidatas que forem repontuadas com valores abaixo da linha de corte estarão automaticamente desclassificadas.
CRITÉRIOS, ITENS E PONTUAÇÕES MÁXIMAS
A) Os critérios do Prêmio Gestão Banas – ISO 9001 – Qualidade – contemplam os 5 (cinco) elementos e os 23 (vinte e três) itens para uma pontuação máxima de 1.000 pontos.
B) Os critérios do Prêmio Gestão Banas – ISO 14001 – Desenvolvimento Sustentável – contemplam os 6 (seis) elementos e os 17 (dezessete) itens para uma pontuação máxima de 1.000 pontos.
C) Os critérios do Prêmio Gestão Banas – Responsabilidade Social Corporativa – contemplam os 6 (seis) elementos e os 17 (dezessete) itens para uma pontuação máxima de 1.000 pontos.